Como manter a taxa condominial sustentável

Luiz Figueredo, gerente do setor de Condomínios
Luiz Figueredo, gerente do setor de Condomínios

De acordo com pesquisa feita pelo Sindicato da Habitação, o Secovi Rio, a maior dificuldade a ser enfrentada em 2017 pelos condomínios será manter a taxa condominial sustentável. A pesquisa revelou que um em cada três brasileiros acredita que essa é a grande missão do ano. Segundo Luiz Figueredo, gerente do setor de Condomínios do Grupo Imóveis, o problema está na crise pela qual o país passa.

“Com a crise econômica e a inflação, o nível de inadimplência aumenta e os condôminos deixam de pagar a cota condominial. A solução é a contenção de despesas”, explica.

Figueredo sugere que os síndicos busquem reduzir os custos aderindo às lâmpadas de led que consomem menos energia. O gerente explica que a automatização da portaria vem sendo adotada por alguns condomínios, mas que é preciso pesar a relação de custo e benefício desta decisão.

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Tecnologia para captação de energia solar ainda é cara, mas reduz a longo prazo o custo com a luz

 

“O reuso dos recursos naturais seria a solução, mas ainda estamos muito atrasados nesse quesito. A implementação de placas para a utilização da energia solar reduziria muito o gasto com luz, porém ainda é uma tecnologia cara e o retorno é lento. Mas para quem pode, é uma excelente forma de economizar”, ressalta.

Adotar formas de reutilizar água da chuva também é uma saída. É possível que se tenha um custo inicial com a implementação do projeto, mas a economia ao longo do ano é grande.

“O ideal é o síndico fazer um planejamento de redução de custo mesmo. Pode-se começar com a compra de materiais de limpeza mais baratos por exemplo”, cita Figueredo.

 

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